quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

A FAMÍLIA - Obediência

MÓDULO III: CONDUTA ESPÍRITA- VIVÊNCIUA EVANGÉLICA
II UNIDADE:RELAÇÕES FAMILIARES
SUBUNIDADE: A FAMÍLIA: OBEDIÊNCIA
Objetivo Específico: Enumerar situações nas quais a obediência trouxe alegrias para a família. Conteúdos:
A obediência é um elemento essencial para a ordem, fator base do equilíbrio fomentador do progresso;
Na família em que todos se respeitam, as crianças colaboram e a obediência é praticada, a harmonia e o amor prevalecem;
Respeitar e colaborar e obedecer são ações que levam os membros de uma família a caminharem em direção ao progresso.
Prece Inicial
Primeiro Momento:
Mostrar um cartaz para as crianças e pedir que descubram o que há atrás das tiras coloridas
Após a retirada das tiras o PINTINHO POMPOM aparecerá que o evangelizador apresentará às crianças.


















Em seguida convidar as crianças a ouvirem a história: As travessuras de Pompom contada usando figuras ilustrativas.
História:
AS TRAVESSURAS DE POMPOM









Pompom era um lindo pintinho, mas causava muita preocupação à mamãe PENA BRANCA. Sabem por quê?... Porque era muito travesso! E pior ainda, esquecia-se dos conselhos da mamãezinha rapidamente. Por isso mesmo, aconteciam-lhe muitas coisas.
Certa vez, caiu numa valeta recém aberta, molhando-se até os ossos. Outra vez, quase ficou nas unhas afiadas de dona GATA BRAVA, por ter ido implicar com os seus gatinhos.
Dona Pena Branca andava muito triste com Pompom. E dizia sempre:
- Você vai mal, meu filho. Você não me atende... Um dia você vai se arrepender...
De fato, mamãe tinha razão, pois esse dia chegou. Sabem quando?
Foi numa tarde muito quente, logo depois do meio dia.
- Cloc, cloc... – falou dona Pena Branca – vamos dormir um pouco. Está muito calor... Ninguém vai sair.
E, assim dizendo, aninhou-se logo, cercada de seus pintinhos.
Dentro de poucos segundos, toda família dormia. Aliás, quase toda! Porque Pompom estava bem acordado, embora estivessem com os olhinhos fechados. O Travesso pintinho pensava:
Não gosto de dormir....Só de passear...Por que mamãe não quer que a gente saia?... Apenas uma voltinha...Não há mal nenhum...
Pompom não agüentou mais. Levantou-se e saiu a passear. Os bichinhos estavam todos dormindo...
“Por essa não esperava eu – pensou – também, está tanto sol”...
Pompom já estava muito cansado, quando avistou uma árvore. Mas que depressa, correu para ela.
- Uff! Que calor!... Encontrei bem a tempo esta sombrinha
E aninhou-se embaixo da árvore, bem junto ao tronco. Estava tão cansado que, não demorou muito, começou a piscar, a piscar... até que adormeceu profundamente...
Mas aí aconteceu o pior: Pompom foi aninhar-se justamente sobre a saída do reino de dona FORMIGA AMARELA.
Ora, as formigas tinham que sair para o trabalho do dia e lá estava aquela coisa mole cheia de pena bem na abertura do túnel.
Que fez então dona Formiga Amarela?...Nada mais do que isto: reuniu todas as formigas e deu ordem:
- Atenção, pelotão!Marchar! Atacar! Já! POMPOM acordou com uma dor aguda num lugarzinho gordo e macio...Sonolento, ainda, abriu os olhos e logo saiu às pressas, piando, piando, tal a quantidade de picadas que recebeu.
POMPOM chegou correndo em casa assustado a todos. Mas mamãe Pena Branca logo viu que a dor horrível de que se queixava era conseqüência das picadas das formigas.
RESULTADO: Pompom inchou tanto, tanto, que não podia andar direito. Tinha de ficar horas e horas de molho numa salmoura... E durante muito tempo escondeu-se de todos, tão feinho estava.
Mas a lição foi boa, pois parece que Pompom está mais atento aos conselhos de mamãe Pena Branca que anda agora mais despreocupada e mais feliz.
Segundo Momento: A seguir, fixar a história através das seguintes perguntas:
Quem era POMPOM?
Como se chamava sua mãe?
Por que sua mãe estava triste com ele?
O que Pompom pensava enquanto a família dormia?
O que fez Pompom a seguir?
Que conseqüências teve o seu ato?
Que lição Pompom aprendeu?
OBS: Ouvir as respostas e aproveita-las para iniciar uma conversa sobre obediência.
Mostrar porque devemos ser obedientes; solicitar que as crianças relatem situações na qual a obediência se fez presente.
Utilizar situações relatadas para exemplificar a harmonia e a alegria conquistadas pela família pelo ato de obedecer.
Terceiro Momento: As crianças irão pintar a figura do pintinho POMPOM.
Prece de Encerramento

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

AULA: A Criação Divina

MÓDULO: ESPIRITISMO
SUBUNIDADE: PROVIDÊNCIA DIVINA

Objetivos e conteúdos:
Deus protege toda a sua criação
Seu carinho conosco está no SOL que nos aquece, nas águas dos rios, na chuva, nas plantas e em tudo que foi criado para benefício do homem.
Tudo o que de bom nos cerca é obra de DEUS: a sombra das árvores, as fontes de água que mata a sede das pessoas e animais, os frutos, verduras, a lenha para fazer o fogo no inverno, as plantas medicinais para a cura de doenças dos homens e animais, as flores que enfeitas os jardins e praças, o mar que une os continentes, o calor, frio, etc....
Primeiro Momento: Prece
Segundo Momento: Em seguida contar a história do PEIXINHO DOURADO.
Era uma vez um lindo peixinho dourado que morava num grande lago de águas azuladas. Ele tinha muitos companheiros: o peixinho vermelho, o pintadinho, o de escamas prateadas, o barrigudinho e vários outros também bonitos e interessantes.
Quando o peixinho dourado e seus amiguinhos saiam para passear, os velhos moradores do lago azul ficavam contentes e tudo parecia estar em festa. É que os peixinhos eram muito divertidos! Nadavam de um lado para o outro, iam e vinham agitando as barbatanas ruidosas e esquisitas, davam cambalhotas, saltos enormes e corriam um atrás do outro, numa engraçada brincadeira de pega-pega. E o fundo do lago tornava-se movimentado e colorido, cheio de cores vivas e brilhantes.
Certa vez, porém, um grande silêncio se fez no fundo do grande lago. As lindas águas azuladas estavam tranqüilas, tão tranqüilas que pareciam paradas. É que os moradores do lago tinham ido descansar dormir um pouco. O silêncio permaneceu durante algum tempo. Nisto, as águas começaram a movimentar-se e apareceu o peixinho dourado... Era mesmo de esperar que fosse ele, pois gostava de nadar. E lá estava no meio do lago, nadando para cá e para lá, com suas bonitas barbatanas cor de ouro. De repente, Dourado ficou curioso.
“Que haverá lá mais em cima?, pensou. “Será tão bonito como aqui?...” Vou subir um pouco para dar uma espiadinha”. E assim pensando começou a elevar-se nas mansas e azuladas águas. A princípio meio assustado, depois mais corajoso, o peixinho foi subindo, foi subindo, até que pôs a cabecinha fora d’água.
- Ui! Que susto! Gritou todo trêmulo, mergulhando de novo. Que terrível clarão!... Quase fico cego! Mas ele não desistiu de ver o que havia fora d’água. Várias vezes voltou à tona, até que seus olhos se acostumaram com a forte luz que se derramava sobre as águas. Olhou, então, atentamente, para tudo o que cercava o grande lago.
- Que maravilha! Exclamou entusiasmado. Nunca vi coisa igual!
É que Dourado via o lindo céu azul onde o sol, como uma grande bola de fogo, esparramava seus raios por toda a parte, iluminando e aquecendo tudo. Dourado olhou depois para a praia. Viu a copa das árvores agasalhando passarinhos de penas coloridas e vistosas que saltavam de galho em galho em alegres gorjeios; viu engraçados macaquinhos fazerem as mais incríveis proezas; viu madurinhos frutos e lindas e variadas flores; viu crianças brincarem com pequeninos barcos a beira do lago; e viu um assustado coelhinho perseguido por lanudo cão, enquanto belas borboletas, voando de flor em flor, cortavam os ares com suas cores brilhantes e vivas.
- Que lindeza! Que pena meus amiguinhos não estarem aqui! Exclamou, de repente. E assim dizendo, agitou com rapidez as bonitas barbatanas douradas e nadou para o fundo do lago em busca dos amigos. Os peixinhos ficaram encantados e faziam perguntas e mais perguntas, tudo querendo saber.
Dourado respondia sempre, todo importante, achando-se mesmo muito instruído. Foi então que Barrigudinho indagou, intrigado.
- Mas afinal, quem fez tanta beleza? Dourado encabulou-se. Na realidade, não sabia. Porém, como tinha o bom hábito de dizer a verdade, respondeu logo: - Não sei... Também gostaria de saber quem fez aquelas maravilhas.
-E por que não perguntamos ao nosso rei? Falou peixinho vermelho.
- Ele sabe tanto!
- É mesmo! – gritaram os outros. Vamos procurá-lo. E os peixinhos, curiosos e barulhentos, dirigiram-se ao palácio real, uma linda gruta, cheia de conchinhas de todos os tipos. O rei dos peixes apareceu logo e ouviu tudo com muita atenção. Depois falou muito sério: - Em minhas viagens a outras águas, tenho visto e aprendido muito. Hoje sei que há seres diferentes de nós, os homens, que dizem que tudo o que existe é obra de DEUS, o único Criador de todas as coisas.
- Deus?! – exclamaram os peixinhos a uma só voz.
- Sim, DEIS! – tornou a falar o sabido rei. Deus é quem fez as belezas que o Dourado viu, isto é: o céu, as árvores, as flores, os frutos, os animais, as pessoas...
-E Deus fez o nosso lago! – exclamou Barrigudinho, todo exibido.
- Ora essa! Então, Deus nos fez também! – descobriu o peixinho vermelho.
- Bravo! Bravo!- gritaram os peixinhos, entusiasmados e encantados com a nova descoberta.
E dourado, adiantando-se, muito compenetrado, agradeceu ao rei, em nome de todos, os bonitos ensinamentos recebidos.
Depois, em graciosos movimentos, os peixinhos desfilaram ante a gruta de conchinhas e voltaram a brincar nas águas azuladas do grande lago.
Terceiro Momento: A seguir perguntar-lhes:
Quem criou o peixinho dourado?
Alem de nos criar, Deus nos protege?
Como?
Deus protege os animais e as plantas também?
- Ouvir as respostas dos evangelizandos aproveitando para complementar o conteúdo
Quarto Momento: Oferecer as crianças massa para modelar para que modelem as Criações de Deus que trazem benefícios ao homem e aos animais e que estavam presentes na história narrada.
Quinto Momento: Prece de Encerramento

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

ESTE ANO DE 2010 ESTAREI SEGUINDO PLANOS DE AULA CONFORME PLANEJAMENTO NAS APOSTILAS DA FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA

Módulo I : O ESPIRITISMO

- A CRIAÇÃO DIVINA

  • Corpo: Dádiva Divina
  • Cuidados com o corpo
  • Órgãos do corpo
  • Seus sentimentos
  • O corpo e o espírito
  • Higiene na alimentação
  • Diferenças Físicas
  • Deus Pai e Criador
  • Providência Divina
  • Confiança em Deus

- A LIGAÇÃO DO HOMEM COM DEUS

  • Conceito de Prece
  • Ação da Prece
  • Efeitos da Prece










Módulo II- O CRISTIANISMO

- JESUS E SUA DOUTRINA

  • A Vida de Jesus: Nascimento
  • Sua Infância
  • Jesus Nosso Irmão e Mestre
  • Os ensinos de Jesus
  • Parábolas

- JESUS E KARDEC

  • Jesus e a Promessa do Consolador
  • A evangelização Espírito









Módulo III- CONDUTA ESPÍRITA E VIVÊNCIA EVANGÉLICA

-O AUTO APERFEIÇOAMENTO

  • Amor à Verdade
  • Boas Maneiras no Lar
  • Boas Maneiras na Sociedade

- RELAÇÕES FAMILIARES

  • A Família: Respeito e Amor
  • A Família: Obediência

- RELAÇÕES SOCIAIS

  • Amizade na Família
  • Amor ao Próximo: Colaboração
  • Perdão( desculpar )
  • Bondade
  • Respeito à Propriedade alheia
  • Respeito à vida dos semelhantes
  • Caridade
  • Paciência: saber esperar a sua vez
  • Nosso Próximo: Boa Vontade
  • Amizade na vida em sociedade
  • Gentileza

- RELAÇÕES DO HOMEM COM A NATUREZA

  • Respeito a Natureza: Amor às plantas e aos animais
  • Cuidado com as fontes de água

- TODAS AS UNIDADES

  • Culminância










FONTE: Coleção nº 4 de Planos de Aula. - JARDIM DA INFÂNCIA

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

AULA: A VIDA DE JESUS

Objetivos Específicos para o evangelizando: Relato de fatos do Nascimento de Jesus

Prece:
1º Momento: Dizer às crianças que quatro amiguinhos novos irão participar das atividades.
Apresentar alguns bichinhos em um tom de voz que expresse suspense.
Quem sou eu? (Imitar o som dos bichinhos)
- A vaquinha – MUMU
- O burrinho Hihó
- O galinho Cocó
- O carneirinho Memé.
Permitir que as crianças toquem nos bonecos e dizer-lhes que irão escutar uma bela história: O NASCIMENTO DE JESUS
Inicia a narrativa utilizando fantoches de dedos e palco apropriado.

HISTÓRIA: O Nascimento de Jesus

Vaquinha: Oi amiguinhos! Eu sou a vaquinha MUMU e estou muito feliz por estar aqui com vocês! Esses são meus amiguinhos( entra os outros fantoches em cena) COCÓ- MEMÉ HIHÓ.
Os bichinhos: Olá criançada! Que bom estarmos aqui com vocês.
Vaquinha: Nós estamos aqui hoje para contar uma linda história....Vamos ouví-la!...
Galinho: Eu gosto tanto de ouvir histórias.
Burrinho: Conte logo, MUMU, as crianças estão quietinhas e querem ouví-la.
Vaquinha: “ Em um país muito distante daqui, chamado PALESTINA, na cidade de NAZARÉ, moravam Josée Maria.
Galinho: José e Maria eram pobres, trabalhavam muito e viviam felizes.
Carneirinho: Um dia, Maria foi avisada de que iria ser mãe. José e Maria ficaram contentes e juntos começaram a se preparar para a chegada do nenenzinho.
Galinho: O governador do país onde José e Maria moravam, a Palestina, ordenou que cada pessoa fosse para a cidade onde havia nascido.
Carneirinho: Por que o governador da Palestina deu essa ordem?
Vaquinha: Era preciso que todas as pessoas do país fossem contadas
Carneirinho: E José e Maria para onde foram? Onde eles nasceram?
Vaquinha: José e Maria seguiram para acidade de BELÉM, onde haviam nascido.
Galinho: E Belém, era longe?
Carneirinho: Sim, era longe e Maria viajou montada em um burrinho.
Burrinho: Em um burrinho! Igual a mim?
Vaquinha: Sim, igual a você. Quando Maria e José chegaram a Belém, não conseguiram um lugar para dormir.
Galinho: Eles estavam tão cansados!....
Não encontraram um alojamento sequer, onde pudessem ficar.
Carneirinho: A-lo-ja-men-to! – O que é isso? ( suspense)
Burrinho: Ora Memé, alojamento é um lugar onde as pessoas pagam para dormir.
Carneirinho: Mas se não havia mais a-lo-já-men-to onde José e Maria passaram a noite?
Todos os bichinhos: Onde?
Vaquinha: Um dos donos de um alojamento chamado Elamar, sabendo que não seria fácil para José e Maria acharem um local, ofereceu-lhes a estrebaria para que lá pudessem dormir.
Carneirinho: Na estrebaria!
Burrinho: Elamar viu que Maria estava esperando um bebê, e cansada! Sentindo pena dela, ofereceu-lhe o que tinha.
Galinho: Mas.... estrebaria não é o lugar onde se guardam os animais?
Vaquinha: Sim, José e Maria precisavam descansar e aceitaram a oferta de Elamar.
Carneirinho: Chegando na estrebaria, Maria deitou-se. Passando algum tempo, José que pensava na chegada de seu filho, ouviu um chorinho de criança.
Galinho: José, percebendo que o filho havia nascido, pegou uma manjedoura, cobriu-a de palha e ali deitou o nenenzinho.
Vaquinha: Na manjedoura o neném dormia tranquilo e feliz.
Burrinho:Manjedoura?
Galinho: Manjedoura é o lugar onde colocamos a comida para os animais.
Vaquinha: Naquela noite, uma estrela muito bonita apareceu no céu.
Carneirinho: Aquela estrela brilhava bem em cima da estrebaria. Ela brilhava tanto que o seu brilho atraiu vários pastores com suas ovelhas.
Burrinho: Por que ela estava em cima da estrebaria?
Vaquinha: Aquela estrela anunciava a chegada de JESUS
Galinho: Aquele menino deitado na manjedoura, cercado pelos pastores e suas ovelhas, era JESUS!
Vaquinha: Brilhou a estrela de Belém.
JESUS nasceu!
2º Momento: Ao terminar a narrativa, fazer as seguintes perguntas aos evangelizandos:
Qual era o nome do menino que nasceu?
Quem eram seus pais?
Qual o nome da cidade onde Jesus nasceu?
Em que local Jesus nasceu?
3º Momento: Dar um dedoche para cada criança deixando que pintem, brinquem à vontade e levem para casa.







































Prece Final
Fonte: Apostila - O Cristianismo = Módulo II – Jardim da Infância - FEB

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Selinho


Selinho ganho da amiga MARINETE do blog Evangelizando com amor

PLANO DE AULA: Ação da Prece

Objetivos:
Dizer onde podemos falar com Deus
Dizer quais são os benefícios da prece
Conteúdos:
Podemos falar com Deus por meio do pensamento ou por palavras
Podemos falar com Deus em qualquer lugar, sempre que sentirmos vontade.
Quando oramos recebemos de Deus a resposta que precisamos.
Deus, nosso Pai e Criador nos atende sempre
Quando pedimos a Deus para que nos ajude e aosnossos irmãos, recebemos da sua bondade uma resposta com o conteúdo da prece.
Deus sempre nos oferece aquilo que merecemos ou que precisamos.
Prece:
1º Momento:
Reunir a turminha de evangelizandos numa rodinha. Mostrar a figura de umTREM e perguntar para as crianças:
Vocês já viram um trem como este?
Para que serve o trem?
Quem já viajou de trem?
Como é o barulho do trem?
Ouvir as respostas, e em seguida propor para ouvirem uma história.
2º Momento: Narrar a história: A VIAGEM
Outro dia, Marta e carlinhos fizeram uma viagem de trem para visitar sua tia, que mora na cidade vizinha.
As crianças estavam encantadas.Nunca tinham viajado de trem. Elas estavam admiradas! O trem er grande e muito bonito e a viagem seria bem longa.
Logo que o trem partiu, Carlinhos disse:
- Ah! Como é divertido. Ele balança prá cá e prá lá, prá cá e prá lá...
Marta, com o nariz na vidraça, observava a paisagem.
- Olhe, Carlinhos! Que linda paisagem! Que montanhas bonitas e quantas árvores!
Carlinhos olhava curioso e sorria encantado.
Foi quando percebeu que no fundo do vagão, sentado perto da janela, estava um menino que não participava dessa alegria.
Carlinhos se aproximou dele.
- Por que você está tão triste? Sente alguma coisa?
- Não, eu estou bem – respondeu o menino. – O problema é minha vovó.
E apontou para uma velhinha quieta, sentada a sua frente.
- Mas o que tem ela? – perguntou Carlinhos.
- Não sei. Quando o trem começou a andar, ela ficou tonta e sentiu dor de cabeça.
- Coitadinha! – disse Carlinhos penalizado e, a seguir, falou ao companheiro:
- Vamos pedir ao Papai do Céu para proteger sua vovó. Tenho certeza de que Ele vai nos atender.
E começou a orar:
- Papai do Céu! Protege a vovó do meu novo amigo e ajude-a a se sentir bem. Obrigado!
Carlinhos conversou mais algum tempo com seu novo colega e quando já retornava ao seu lugar, ouviu:
- Ah! Parece que estou melhor, meu netinho. A dor de cabeça já passou e a tontura também. Como fico contente vovó, Deus atendeu à nossa prece!
Carlinhos conversou quase toda a viagem com o menino e sua vovozinha.
Quando o trem chegou à estação, lá estavam os pais do menino para recebê-los, ele e a vovó.
A tia de Carlos e Marta também os esperavam.
Foram todos apresentados uns aos outros com muita alegria.
Carlinhos olhava para a vovó do seu mais recente amigo que sorria feliz e bem disposta e falou para si mesmo: - Como DEUS é bom!
3º Momento: Depois da história narrada, comentá-la por meio das seguintes perguntas:
O que aconteceu com a vovó do amigo de Carlinhos?
O que disse Carlinhos ao novo amigo?
Por que Carlinhos disse que Deus é bom?
4º Momento: Propor a atividade de colagem . Cobrir o trenzinho com pedacinhos picados de papel colorido, formando assim um mosaico









Prece
Fonte: Aula adaptada - Apostila da FEB( módulo espiritismo)

sábado, 31 de outubro de 2009

AULA: Espírito protetor ( Anjo da Guarda )

Prece inicial: amigo Jesus ilumine nossa aula de hoje, para que possamos juntos aprender sobre nosso Espírito protetor que nos acompanha diariamente, mesmo quando estamos dormindo. Ele nos auxilia, nos protege e tenta nos conduzir para o caminho do bem. Para que possamos ser ajudados, temos que aprender a senti-lo ao nosso lado e pedir através da prece que ele nos guie e nos proteja.
Primeiro momento: contar a história: Espíritos protetores
- Paiêêê!
Carlinhos chegou correndo, com o vigor dos seus cinco anos, trazido pela mãe, da aula de Evangelização, no Centro Espírita.
- Pai, existe anjo da guarda com asinhas, auréola e tudo mais?
Carlos Henrique, com sua experiência como evangelizador, lembrou-se das dúvidas que as crianças traziam para as aulas.
- Não, meu filho. Anjinhos, com asinhas e auréolas, não existem.
- Mas, então, pai, para quem devo fazer minhas orações?
- As orações nós podemos fazer diretamente a Deus, ao nosso Mestre Jesus, ou ao nosso Espírito protetor.
- ? ? ?
- Na Doutrina Espírita, preferimos chamar os anjos de Espíritos protetores. Eles são Espíritos como nós, só que já desencarnaram.
- Ah, eu sei, pai! Desencarnado é quem já morreu, né?
- Isso mesmo. São Espíritos que através de boas ações evoluíram e do Plano Espiritual estão em condições de nos ajudar, nos inspirando boas idéias. Mas eles não decidem por nós. A responsabilidade de sermos pessoas boas, que cuida da natureza, respeita os outros e amam ao próximo é de cada um.
Carlinhos prestava atenção, e então o pai resolveu continuar:
- E quando você está com medo, o que você costuma fazer?
- Eu não tenho medo de nada!- disse o garoto, bem sério.
O pai, então lembrou de que o menino tinha medo, sim, de tempestade, de dormir no escuro e que sempre dormia com o abajur ligado. E uma noite ele acordou os pais no meio da noite porque estava com medo de que eles morressem, de que seu irmão morresse e até que seu cachorro morresse. Mas o pai disse apenas:
- Mas quando acontecer de você sentir medo de alguma coisa, você pode fazer algo que pode lhe ajudar muito. Você sabe o que é?
- Uma prece?
- Isso mesmo. Uma prece para que o seu Espírito protetor lhe inspire coragem e confiança em Deus. Você sabia que um dia todos nós poderemos ser espíritos protetores? Vai depender de nossa evolução, das coisas boas que fizermos.
- Puxa, pai, que bom! Deve ser legal! Quero ser logo um Espírito protetor e ajudar as outras pessoas.
Pegou sua bola, e feliz com a nova lição, convidou o pai e o cachorro Chico para jogarem todos juntos.
Segundo momento: conversar com as crianças, lembrando que Jesus tem muitas pessoas para cuidar e como ele quer que todo mundo se sinta bem protegido, e com um amigo bom de verdade, que cuida da gente, que nos alegra e que nos protege, ele deixou junto de cada um de nós um amigo invisível. Esse amigo é um Espírito que nos acompanha sempre, todos os dias, que chamamos de Espírito protetor ou anjo da guarda. Através da prece e das boas atitudes nos aproximamos dele.
Terceiro momento: pedir que as crianças façam silêncio, e quem quiser feche levemente os olhos, procurando ouvir as batidas do próprio coração. Nesse momento em que eles vão se encontrar mais tranqüilos, o evangelizador deverá ressaltar a importância do Espírito protetor em nossas vidas.
Nosso Espírito protetor é nosso amigo, quer que sejamos felizes, faz tudo para o nosso bem. É carinhoso, alegre e bondoso, sempre podemos solicitar a sua orientação através de uma conversa franca, de uma prece feita com o coração e ele nos auxiliará.
É um amigo que Deus, em sua infinita bondade, colocou ao nosso lado para nos auxiliar a seguirmos o caminho do bem.
Quarto momento: levar montado de acordo com o nº de crianças, porta-retratos bem simples, isto é, feito em dobradura( anexo) e distribuir recortado um desenho do espírito protetor com menina e outro com menino para pintar e montar o porta-retrato. Fica um lindo trabalho e aqueles que quiserem poderão levar para casa.
Abaixo sugestões de desenhos feitos pela evangelizadora Cristina Chaves, responsável pelo site http://www.freewebs.com/sementinhasdocaminho




































PORTA-RETRATO - DOBRADURA
Quadrado de papel colorido de um lado 30x30cm










Dobre para os dois lados para achar o meio


Dobre assim ...










Dobre dessa maneira cada pontinha









Dobre agora a outra pontinha










Coloque para dentro cada ponta unida














No avesso, vire as pontas unindo-as










Lado de trás una as pontas com fita dupla-face









Ficou assim











Porta-retrato concluído













Obs.: se alguma criança sentir medo e não quiser levar o porta-retrato para casa, não insistir e sim respeitar, ressaltando que nosso Espírito protetor é nosso amigo e quer o nosso bem.
Prece de encerramento: não se esqueçam nunca de que seu Espírito protetor estará sempre ao seu lado, toda vez que se sentirem sozinhos ou sentirem medo orem pedindo a ele que os ajudem no momento difícil, e que os proteja. E quando estiverem felizes, não se esqueçam de orar a Deus e lhe agradecer por momentos tão bons. Se soubermos pedir e também agradecer, certamente, seremos mais felizes.